As 4 piores formas de se morrer, segundo a ciência

por Nandy 23 nov 2016 - 23h 27
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Se há uma coisa que irá acontecer conosco, essa coisa é a morte. Mas a questão que iremos tratar aqui hoje não é quando iremos morrer, mas como, afinal existem diversas maneiras para isso acontecer, é por isso que a ciência elegeu as 4 formas abaixo como as piores delas. Confira:

Morrer de fome

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Certamente, a morte mais lenta possível, afinal, o corpo humano possui tecido de reserva para gerar energia em tempos de escassez. Se você não comer nada, o metabolismo de seu corpo irá consumir lenta e primeiramente as gorduras e depois os seus músculos, acontece que chega uma hora em que a degradação é tanta que nem mesmo o coração aguenta.

Morrer de sede

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O nosso corpo é 60% água, então, quando ficamos desidratados, imagine que todos os órgãos de nosso corpo diminuem de tamanho, sem falar que o rim é o primeira a falir, a partir daí, diversas toxinas acumulam-se no corpo. O cérebro, com pouca irrigação, encolhe e a partir daí temos alucinações, delírios, sem falar da imensa dor e câimbras em todo o corpo.

Decapitação

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Aposto que você pensou que a decapitação era indolor… Pois bem, para começar, em 1905, o Dr. Gabriel Beauriex relatou que conseguiu interagir com uma cabeça decapitada por pouco menos de 30 segundos, atualmente, acredita-se que isso seja possível por cerca de 5 segundos, de qualquer forma, isso não quer dizer que é indolor, sem falar que em muitas vezes as lâminas não estão muito bem afiadas, levando às vezes ao auxílio de uma machado igualmente cego enquanto a vítima está agonizando…

Injeção letal

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A guilhotina pode ter sido abolida, mas não a pena de morte, tanto que nos EUA, utiliza-se a injeção letal como método para se matar um condenado à morte, a qual se trata da reunião de três elementos, um anestésico, um paralisante muscular e o cloreto de potássio, que causa a parada cardíaca. O problema é que as doses são iguais para todos os condenados e que cada corpo é um corpo, ou seja, cada um necessita de uma dose diferente de cada medicamento para surtir o efeito, tanto é que muitos presos já gemeram de dor, se contorceram ou até mesmo se sentaram.

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